Sempre ele!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O preconceito contra os nordestinos

é a agenda secreta da eleição de 2010



O problema é que um dia eles percebem.

O Conversa Afiada sempre defendeu a tese de que o Zé Pedágio tem menos chance de ser Presidente em 2010 do que o Vesgo do Pânico. Porque o Zé Pedágio e os tucanos de São Paulo são a barriga de aluguel da elite branca, racista e separatista de São Paulo.

E o Brasil sabe disso.


Por trás do choque de “jestão”, do “avanço”, do “restaure-se a moralidade” dos udenistas de São Paulo está a questão da Federação. E o resto do Brasil não quer mais saber desse tipo de paulista. De paulistismo.

Porque, como diz o notável pernambucano Fernando Lyra, “São Paulo não pensa o Brasil”.

Neste domingo, fiz para o “Domingo Espetacular” da Record uma reportagem sobre o ataque da Polícia de Zé Pedágio à comunidade de Heliópolis, a maior favela da São Paulo. É o décimo ataque da polícia de São Paulo ao que Zé Pedágio chama de “vândalos” das favelas de São Paulo, nos nove meses deste ano.

É um padrão de comportamento. Um estilo de governar.

Em Heliópolis, 91% dos habitantes são nordestinos. E, segundo calculo da UNAS, a associação dos moradores, desses 91% só 10% votam em São Paulo. A reportagem teve 17 pontos na leitura preliminar do IBOPE.


Eu já me referi ao “homo sacer” de Giorgio Agamben e ao “Estado de Exceção” que “o nosso Putin” fundou em São Paulo. Talvez fosse importante também voltar à experiência americana, para sustentar essa tese de que o racismo, o preconceito contra o nordestino é a agenda subterrânea da eleição de 2010. Abraham Lincoln foi o primeiro presidente do Partido Republicano dos Estados Unidos. Também por isso, o Sul escravista e derrotado na Guerra da Secessão sempre votou democrata. Até que o presidente Lyndon Johnson, aquele que se atolou no Vietnã, mas realizou o que John Kennedy não conseguiu, até que Johnson assinasse, em 1964, a Lei dos Direitos Civis, que garante direitos iguais aos negros americanos. Um ano antes, Martin Luther King Jr. tinha feito o famoso discurso do “I have a dream”. Quando assinou a Lei dos Direitos Civis, Johnson teria dito: nunca mais teremos (nós, democratas) os votos do Sul. Dito e feito. O Sul só votou Democrata, agora, com Obama. E como os Republicanos usam a carta racial, ou dão a senha de que adotarão políticas segregacionistas e escravistas, agora que é politicamente incorreto ser racista (explicitamente) ?

Como é que Nixon, Reagan e Bush avisaram ao Sul que não se preocupasse: que podia contar com eles, na hora de botar os negros na cadeia, porque ameaçavam as moças brancas?

Há duas senhas que todo sulista americano capta rapidamente.

Uma é dizer que os republicanos passaram a adotar uma “estratégia para o Sul,” “a Southern estrategy”. Ou seja, uma política racista, velada, mas racista. A outra é dizer que “isso cabe aos Estados decidir”.


Ou seja, reacender a imagem da Secessão, em que os Estados do Sul não queriam se submeter à abolição proposta pelo Norte de Lincoln. É o mesmo que dizer que o Estado sulista da Georgia pode continuar a usar a bandeira Confederada, a bandeira das forças escravistas, até hoje. O Estado é quem decide.

Até se quiser mostrar que ainda é escravista …

Aqui em São Paulo, há várias maneiras de segregar os pobres nordestinos, especialmente os que não votam em São Paulo. A mais eficaz é não gastar dinheiro em serviços sociais: escola, creche, hospital, transporte, esgoto.


Não usar dinheiro de imposto dos outros com os “homo sacer” da periferia. E há várias maneiras de passar a senha secreta, sub-liminar ao eleitorado. A senha do “não se preocupe, porque não vou gastar seu dinheiro com eles”. Uma, é chamar os que protestam contra a violência da Polícia de “vândalos”. Ou seja, criminalizar o protesto. Quem protesta é bandido, traficante. Gente boa não protesta. Quando era Ministro do Interior, Sarkozy chamou os estudantes africanos (ou descendentes de africanos) de “racaille”, “ralé”, “escuma da Terra”. Elegeu-se presidente com a bandeira do racismo (velado). Como Nixon, depois de Johnson, elegeu-se presidente com a bandeira da “Lei e da Ordem”, ou seja, pau neles ! Outra senha que os brancos elitistas de São Paulo captam nas entrelinhas é oferecer passagem só de ida ao nordestino que não se deixar internar num campo de Auschwitz. Nenhum tucano precisa dizer ao morador da rua Rio de Janeiro, em Higienópolis, que é racista. Basta usar a palavra “vândalo”. Basta mandar eles embora, assim, em surdina, aos sussurros, para o PiG (*) não ouvir . Os nordestinos de São Paulo não vivem em guetos nem em Soweto. É diferente. Não é o apartheid físico, geográfico.


Eles, apenas, são inferiores. Não importa onde estejam. Se ao lado do Palácio do Governo, dentro do Morumbi, na fronteira com São Caetano do Sul, ou na Avenida Jornalista Roberto Marinho, nas costas da Daslu, embaixo do Minhocão. Em qualquer lugar, eles são inferiores. Para Hitler, como os eslavos, os judeus tinham um defeito central: eram inferiores. Os nordestinos são inferioes. Se os tucanos paulistas disserem isso, em código, os moradores de Higienópolis percebem. O problema é que há risco de os nordestino e os outros brasileiros perceberem também.



Paulo Henrique Amorim [Jornalista]


leia também o ...taste it!


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Regionalismos, estranhismos, ou...o que vc quer dizer com isso?!

domingo, 6 de setembro de 2009

Sempre que tiro férias na praia, vou a algum lugar passear, viajo no feriadão de fim de semana, vou visitar amigos e parentes sempre me espanto com as expressões que escuto.

Já fiz até um dicionário praieiro no 1001noites para colocar algumas que coletei na praia.

Mais sempre parece mais como que se proliferassem como micro bactérias no mar, sempre aparecendo uma nova como que se surgisse do nada, e sempre tem um camarada dizendo: "isso vai acabar entrando no Aurélio."

Imagina o tamanho que não seria o Aurélio se começasse a ser incluído nele todo tipo de regionalismo existente nesse nosso Brasil!!

Não seria possível carregar esse dicionário de tão pesado, grande e desajeitado que ele seria!!rs

  • Barda: mania;
  • Esparrela: exagero;
  • Apurrinhar: encher o saco;
  • Mofas com a pomba na balaia: algo como “espera sentado”, uma discordância. Surgiu na resposta de uma mulher a um pombeiro que vendia pombas expostas num balaio ao discordar do preço da mercadoria;
  • Estruvilhar: atrapalhar;
  • Esteporado: estragado, arruinado; Ixtepô: variação de estepô, pessoa ruim, mazanza!
  • Atolesmado: Tolo, abobado;
  • Escangalhar: estragar;
  • Mazanza: bobo, tanso;
  • Pirão de náilho: Pirão de nylon, fazendo analogia ao nylon usado nas redes de pesca. Pirão feito com água fervente e farinha;
    Si quéx, quéx, si não quéx, dix: Bordão usado para perguntar a alguém se ela quer alguma coisa ou não.

  • Eu vou capar o gato, abrir o gás, circular, me sair: Nada mais é que “eu vou embora”. Simples assim. Se você ouvir algum baiano dizendo isso, já sabe o que é.
  • Fazer tudo a culhão, a migué: É um sinônimo para a popular expressão “fazer nas coxas”, ou seja, fazer a esmo, de qualquer jeito, de forma negligente.
  • Comer água, molhar as palavras, tomar ki-suco: ingerir qualquer tipo de bebida alcoólica.
  • Ôxe! Tá pensando que perna de barata é serrote, que beiço de jegue é arroz doce?: Achou mesmo que ia ser fácil? Esperou mesmo que ia conseguir?
  • Êta! Tá retado mesmo!: É uma expressão muito usada para dizer que você está com a bola toda. Por exemplo, se você encontra um amigo que conseguiu subir na vida, conseguiu obter qualquer tipo de vitória, você usa a expressão.
  • E aí, meu querido! Você é meu peixe, minha corrente!: E aí, meu camarada! Você é meu amigo, te considero muito!
  • Rapaz, você fala mais que a nêga do leite: Você é um tagarela, fala pra caramba, não consegue parar de falar.
  • Quem manda ter a língua maior que o corpo?: Você fala o que não deve, não sabe guardar segredo.
  • É nenhuma!: Tudo ok!
  • Cabeça de gelo, fique tranqüilo!: Sem problemas, não se preocupe!
  • Ir à festa? Aonde!? Não quero nem conta: Ir à festa? De jeito nenhum, jamais! Não quero nem saber.
  • Tá vendo? Fica aí dando mole!: Você está perdendo oportunidades, está “vacilando”.
  • (Homem para homem): E aí, sacana! Porra, viado, você é um cara da porra!: E aí, meu amigo! Você é uma ótima pessoa! (epa! muito cuidado com a utilização do “viado”. Só chame se a pessoa for muito sua amiga. Caso contrário, você irá comprar uma briga feia com o ofendido).
  • (Mulher para mulher): Menina! Seu cabelo está show de bola!: Odiei o teu cabelo, ficou horrível.
  • "Não é porque o gatinho nasce no forno que ele é chamado de pãozinho" (forno de tijolos, no quintal, para fazer assados em geral). Significado:" As coisas nem sempre são o que parecem ser"
  • " Parece que cheirou cola e comeu a lata também" - signif.: pessoa que não diz coisa com coisa.
  • " Vai morder b...... de macaco para ver se tem gosto de banana" - signif.: não me amole, não me enche.
  • Pai d'égua - coisa boa; legal. Expressão também comumente usada.
  • Pitiú - cheiro desagradável de peixe ou de ovo.
  • Carapanã - mosquito; pernilongo.
  • Canto - esquina
  • "passar nos peitos" , significando pegar para si , roubar
  • "topado", que quer dizer "lotado,
  • "Arrodear a maruama", que significa "contornar uma situação, dar a volta por cima".
  • Oxente = Oh gente - expressão que pode significar várias coisas, dependendo da forma que se fala. Mas praticamente o " oxente " é dito no meio de uma conversa para se evidenciar surpresa, espanto, ou algo parecido.
  • Vixi Maria = Virgem Maria ..espanto tb
  • macaxeira = aipim (comida)
  • Em jogos, se a pessoa não é boa, ou não tem uma boa mira, (no futebol ou na sinuca, por exemplo) diz-se que a pessoa é zarra ou que é um zarro.
  • "Pocar" dos capixabas. A bola não estoura, "poca". Capixaba não vai embora "poca fora". As coisas não arrebentam, "pocam"... se se ficar mais tempo, ainda é capaz de arranjar outros significados para a palavra "pocar"
  • abobado da enchente = pessoa tola;
  • boi corneta = pessoa do contra, que destoa do grupo;
  • lomba = ladeira;ou em outros lugares preguiça ou cansaço, também pode se sono.
  • cacetinho = pão francês;
  • patente = vaso sanitário;
  • prender fogo = acender o fogo
  • chapeação = lanternagem, funilaria;
  • abrigo = agasalho de ginástica;
  • balaqueiro = quem faz pose de malandro
  • "PRISIACA" é o "presidente de tudo o que é fedorento"; dizia-se do motorista que atrapalhava o trânsito, hoje extensivo a todos que, de alguma forma, geram transtornos e incômodos.
  • -Oncotô, proncovô, onquié ?Tradução:-Onde que eu estou, para onde eu vou, onde que é ?
  • Lugar grande, mora nele; lugar pequeno, passar por ele: este ditado ouvimos em Alfredo Chaves ao cidadão Chico Pinto, verdadeiro andarilho, sempre de branco, e que furando tresléguas a pé, varava todo o Espírito Santo.
  • • Quem morre de bexiga não fica com sinal: dito pelo oficial de justiça Lincoln, em Mimoso do Sul. Querendo expressar, entre outras coisas, que a morte tudo esconde ou acerta.
  • • Quem sabe do tempero da panela é a colher: ouvido em Vitória, e significando que ninguém saberá melhor sobre um indivíduo do que algum de sua maior intimidade ou convivência. Equivalendo também aquele outro anexim "Eu é que sei onde o sapato me aperta".
  • • Se está com pressa, calce as botas: do município de Anchieta, aos afobados hesitantes, para que logo se ponham a caminho ou façam o que têm de fazer sem importunar aos outros.
  • Não é com estes ganchos que você vem pro meu rancho: como quem dissesse: "você não se enxerga?" Referido por Adolfo Cassoli, antigo negociante na estação de Matilde (EFL)
  • Baldeiro: adj. sinônimo de finório, tratante. Derivado de "balda". Comum em todo o interior espírito-santense.
  • Bicuecas: s. f. o mesmo que perebas, e às vezes também, pequenos achaques. Ha muitos anos o ouvimos em Bom Jesus do Norte.
  • Burdigão: s. m. corruptela de berbigão, molusco acéfalo comestível, freqüente em todos os mares. Leia-se no romance da escritora espírito-santense Margarida Pimentel, Apenas um homem (1965, p.76): "Júlia com a turma dela, foi apanhar burdigão, lá embaixo, na faixa de areia, que a maré vazia deixava descoberta".
  • Cara: s. f. entre o povo, só se emprega referindo-se a animais. Senão replicam logo: cara é de cavalo, gente tem é rosto.
  • Cobertado, adj. e cobertar, v. t.: rel. e também pronominal. A um hóspede, por exemplo, perguntam se está bem cobertado. Porque coberto e cobrir são termos só usados em pecuária. Várias vezes os deparamos em São Marcos, do município de Alfredo Chaves.
  • Conzinhar, conzinheira, em vez de cozinhar, cozinheira. Estas expressões correntes em Vitória, entre empregadas de serviço doméstico, pertencem à série dos ingênuos eufemismos populares. Assim como, na roça, se costuma dizer politana em vez de égua, fraco em vez de tísico...
  • Corumba: termo ainda vigente em Anchieta, nas expressões "café de corumba", ou "peixe de corumba", isto é, demorados. Segundo os dicionaristas, esta palavra no Nordeste significa "sertanejo retirante" e "pau de arara". Lembre-se Os corumbas, título de um romance de Armando Fontes.
  • Estampa: s. f. apresentação boa ou má do animal de sela. Certa vez, em Iconha, o professor João Ribas da Costa quis elogiar um "coronel" presente, dizendo-lhe que tinha boa estampa. O homem arrepiou-se insultado, bradando que "estampa é de cavalo".
  • Gafo: adj. o mesmo que raso, ansioso: "Tô gafo pra acabar com isso e batê pro rancho".
  • Muma: s. f. comum em nossos lugares praianos. É a moqueca de siris novos, pequenos, aparados nas pontas das pernas e partidos transversalmente ao meio. Do caldo prepara-se o pirão, que deve conter ainda pedaços do crustáceo.
  • Pomongado: adj. sinônimo de lambuzado. Ouvido ainda no município de Anchieta.
  • Ponga: s. f. o mesmo que carona, passagem filada, ou oferecida pelo dono do carro. Acrescido do verbo pongar, que signfica também tomar um veículo em movimento. Velhos conhecidos ainda em todo o Espírito Santo.
  • Sati: s. m. qualquer cacoou fragmento dos mais pequeninos, quase invisíveis de um objeto de vidro quebrado. Certa ocasiao, em Anchieta, uma senhora, mostrando-nos a mão do filho pequeno: "O senhor nem vê o que ele tem na palma da mão, mas incomoda muito: é um sati, espetado de uma garrafa quebrada".
  • Viração: s. m. em Anchieta é chamado também "umbigo de tainha", e dele fazem um prato popular apreciado. Na verdade, é a porção terminal do grosso intestino. Afinal, é moqueca de bucho de peixe. Também é preparado como o polvo. Em tal acepção, a palavra virote não consta de nenhum dicionário.

E etc, etc, e etc...toda hora nasce mais um!!!

Dica!

sábado, 5 de setembro de 2009


Esses programas de baixar música sempre davam problemas aqui em casa, principalmente o LimeWire. Porque antes da músiva baixar, o vírus baixava primeiro, mas aí! djá me iluminou, baixei o Ares Galaxy somente pra teste e aí PIMBA!

É o cara o Ares, usei por um ano inteiro e não peguei nenhum vírus! NUNCA! NEVER! JAMAIS!

Um ótimo programa!

Recomendo!

Pirataria

quarta-feira, 2 de setembro de 2009


Meu ponto de vista sobre o assunto:

- Se não quer que seu produto seja "pirateado" na internet, não divulgue, não coloque em nenhum computador, nem salve em e-mail, HD virtual ou afins... melhor dizendo, nem produza!

- Pra quem acha que pirataria não ajuda o artista: ajuda sim! Quanto mais o produto é vendido no mercado paralelo, mais conhecido o artista fica, fazendo com que seu fã ou admirador tente conhecê-lo ou ir em algum show, no caso. A pirataria prejudica as gravadoras que sempre faturaram milhões em cima das vendas e os artistas só ganham ou ganhavam uma porcentagem mínima em cima disso. Artista não vive de vender disco. Artista vive de show. É no show que ele tira o seu faturamento.

Eu nunca acreditei e hoje ninguém mais acredita que o cd ou dvd pirata possa prejudicar o seu aparelho... ¬¬ Aonde isso? Tem nano virus que vai entrar lá e tocar o terror no interior de cada aparelho...? Fala sério! Pior é ouvir um artista de peso dizer "não compre cd pirata, ele prejudica seu aparelho." Ele prejudica mesmo é o bolso da gravadora que pagou para ele dizer isso. Gente, não é como antigamente que copiar um disco de vinil para uma fita cassete e a qualidade de áudio realmente era perdida, uma vez que o formato de gravação era analógico, ou seja, os dados de gravação não eram fielmente copiados, fazendo com que a qualidade fosse realmente inferior. Hoje a cópia é digital, 100% dos dados são copiados, não há perda de qualidade - isso em áudio, pois nos filmes o sistema as vezes é outro, uma vez que há cópias de filmagens em cinema ou mesmo cópias digitais incompletas [filme só dublado ou só legendado].

Pessoas, o "bom senso" em querer comprar um produto original [caro! e com horrores de impostos + a porcentagem de lucro das gravadoras/distribuidoras] ou adquirir o pirata por 1/5 do valor do produto é decidido por cada um. Aí vem o velho papo do excesso de impostos: "se não tivesse tanto imposto, as coisas não seriam tão caras" - blá blá blá... já conhecemos essa missa. Não adianta dizer que nosso poder aquisitivo está diminuindo e as coisas aumentando de preço. Se ambos subirem, vamos voltar a ter que cortar zeros na moeda e a história vai se repetir. Voltando à pirataria... se o produto for ou continuar muito caro, não terei outra alternativa - e vocês já sabem!




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